A Região do Cerrado Mineiro anunciou nesta quarta-feira, 18 de março de 2026, um reposicionamento estratégico como marca territorial, expandindo seu foco além da produção de café para se tornar um movimento regenerativo global que integra inovação, autenticidade e regeneração.
O que representa o novo posicionamento
Essa iniciativa transforma a identidade da região, que abrange 55 municípios nos Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas Gerais, no Brasil. Antes reconhecida pela excelência na cafeicultura, a Região do Cerrado Mineiro agora se posiciona como um ecossistema vivo de inovação, cultura e regeneração. O movimento busca transcender fronteiras, promovendo um modelo de desenvolvimento que conecta gerações e agrega valor em toda a cadeia produtiva.
Quem está envolvido no projeto
A Região do Cerrado Mineiro (RCM) conta com a participação de 4.500 cafeicultores de 55 municípios. A estratégia foi desenvolvida em parceria com o Sebrae Minas, e envolve lideranças como Gláucio de Castro, presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, e Marcelo de Souza e Silva, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas. Além disso, cooperativas como a Expocaccer e produtores como Fernando Nogues Beloni integram o esforço coletivo.
Como a estratégia foi implementada
O reposicionamento ocorreu por meio do lançamento de uma nova estratégia de marca territorial, ancorada em princípios como transcender fronteiras, autenticidade e visão regenerativa. Essa parceria com o Sebrae ressignifica a região de produtora de café de alta qualidade para um ecossistema inovador. A abordagem enfatiza o pioneirismo da região em certificações, denominação de origem e cafeicultura regenerativa.
Por que a mudança é relevante
O objetivo é inspirar um modelo global de desenvolvimento regenerativo, posicionando a Região do Cerrado Mineiro como referência em soft power para o agronegócio e a cafeicultura mundial. A iniciativa vai além de certificações e qualidade, promovendo prosperidade compartilhada e fortalecendo setores econômicos locais. Isso gera oportunidades para produtores, empresas e comunidades, consolidando um legado de inovação e liderança.
Declarações de lideranças
Fomos a primeira origem certificada do Brasil. Fomos pioneiros na Denominação de Origem, no cooperativismo de alta performance, na cafeicultura regenerativa. Agora damos o próximo passo: construir uma marca territorial que seja reconhecida mundialmente não apenas pela qualidade do nosso café, mas pela força do nosso propósito. O Cerrado Mineiro é um movimento. E este movimento traz desenvolvimento e prosperidade para um todo.
Gláucio de Castro, presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado
A Região do Cerrado Mineiro, mais uma vez, demonstra seu posicionamento de vanguarda. Com uma iniciativa ousada, bem estruturada e cuidadosamente coordenada, o território impulsiona não apenas o desenvolvimento da cafeicultura, mas também o fortalecimento de diversos setores que movimentam sua economia e ampliam oportunidades para produtores, empresas e comunidades locais. Uma região que constrói o futuro, antecipa tendências, gera valor e consolida um modelo de desenvolvimento que combina competitividade, identidade territorial e prosperidade compartilhada. Para o Sebrae Minas, é motivo de grande orgulho apoiar e caminhar ao lado desse movimento, que se tornou referência de pioneirismo, inovação e liderança para todo o agronegócio brasileiro.
Marcelo de Souza e Silva, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas
Impacto esperado no cenário global
Com esse movimento, a Região do Cerrado Mineiro busca se tornar um exemplo mundial de regeneração no agronegócio. A estratégia reforça a autenticidade da região e promove inovações que beneficiam toda a cadeia de valor. Esse reposicionamento pode influenciar outras origens produtoras, destacando o potencial do Brasil como líder em práticas sustentáveis e regenerativas.