O governo federal publicou, na quarta-feira (25/02/2026), um decreto que atualiza as normas de inspeção e fiscalização da produção e comércio de fertilizantes, corretivos, inoculantes, biofertilizantes, remineralizadores e substratos para plantas. Essa medida, assinada em Brasília, visa modernizar conceitos técnicos e procedimentos administrativos para adequar as regras às novas tecnologias na agricultura. O Ministério da Agricultura e Pecuária lidera essa iniciativa, impactando diretamente os agentes econômicos das cadeias produtivas agrícolas no Brasil.
Alterações no decreto existente
O decreto altera o anexo do Decreto 4.954/2004, ajustando definições de produtos e critérios de registro. Essas mudanças buscam incorporar avanços tecnológicos, facilitando a adoção de inovações no setor agrícola. Com isso, o governo pretende alinhar a regulamentação com as demandas atuais da produção rural.
Modernização de conceitos e procedimentos
A atualização inclui a adequação de regras para novas tecnologias utilizadas na agricultura, promovendo eficiência e sustentabilidade. Procedimentos administrativos foram revisados para agilizar processos de inspeção e fiscalização. Essa modernização reflete a necessidade de o setor se adaptar a inovações, garantindo competitividade no mercado global.
Instituição de programas de autocontrole
O novo decreto institui programas de autocontrole proporcionais ao porte e aos riscos dos agentes econômicos envolvidos. Esses programas serão implementados pelos próprios agentes das cadeias produtivas, com foco em monitoramento e correção de processos. A abordagem visa fortalecer a autorregulação, reduzindo a dependência de fiscalizações externas.
Os programas de autocontrole serão implementados e executados pelos agentes das cadeias produtivas abrangidas por este regulamento e deverão conter procedimentos e controles sistematizados que possibilitem monitorar, verificar e corrigir as etapas do processo produtivo e de distribuição.
Impactos para o setor agrícola
Agentes econômicos das cadeias produtivas agrícolas no Brasil deverão se adaptar às novas normas, o que pode impulsionar a adoção de tecnologias mais avançadas. A proporcionalidade dos programas de autocontrole beneficia empresas de diferentes tamanhos, promovendo equidade. Essa atualização é vista como um passo para elevar os padrões de qualidade e segurança na produção de fertilizantes e afins.
Contexto e motivação da atualização
A motivação principal é modernizar conceitos técnicos e adequar as regras às inovações agrícolas, respondendo a evoluções no setor. Publicada em Brasília, a medida reflete o compromisso do governo federal com o desenvolvimento sustentável da agricultura. Com isso, o Brasil busca fortalecer sua posição como um dos maiores produtores agrícolas do mundo.