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Milho volta a cair na B3; Chicago misto
No entanto ainda existe uma queda de braço entre comprador e vendedor
Publicado em 03/04/2025 08:00
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No entanto ainda existe uma queda de braço entre comprador e vendedor - Foto: Divulgação

Agrolink - Leonardo Gottems

Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa com mercado físico começando a reduzir os preços, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O milho B3 teve um dia de correção neste meio de semana. O mercado físico começou a ceder a pressões e os preços estão começando a recuar com a entrada do milho verão e a reta final do plantio do milho safrinha”, comenta.

 
 

 

“Com os preços altos, o mercado de exportadores de milho, está optando por manter parte desse grão no mercado interno e aumentando a disponibilidade até o grande volume da segunda safra chegar aos armazéns. No entanto ainda existe uma queda de braço entre comprador e vendedor na hora de fechar novos lotes”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 77,30 apresentando baixa de R$ -1,23 no dia, alta de R$ 0,32 na semana; julho/25 fechou a R$ 72,70, baixa de R$ -0,67 no dia, alta de R$ 0,86 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 71,80, baixa de R$ -0,80 no dia e alta de R$ 0,53 na semana”, indica.

 
 

 

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou de forma mista com cautela do mercado. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,76 % ou $ -4,00 cents/bushel a $ 457,75. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,64 % ou $ -3,00 cents/bushel a $ 465,25”, informa.

 

“O milho está na linha de frente das retaliações dos outros países, o que pode pressionar as cotações. Com isso o mercado teve um dia cauteloso e o milho fechou com leves altas e baixas. A LSEG Commodities Research estimou que a produção de milho da Argentina para a temporada 2024/25 pode chegar a 48,49 milhões de toneladas. O ritmo da colheita está em 13%, o que é melhor do que o ritmo do ano passado de 7% até agora”, conclui.

 

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